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sexta-feira, outubro 14, 2011

Goiás

Reforma na  EDUCAÇÃO

Subsecretaria Metropolitana é a penúltima a discutir reforma na educação

Nesta terça-feira, será a vez da regional de Iporá contribuir com o debate
Depois de percorrer 36 Subsecretarias Regionais de Educação, a discussão sobre a reforma educacional chega a Goiânia. 


Nesta segunda-feira (10), no auditório do Instituto Emmanuel, o secretário de Estadoda Educação, Thiago Peixoto, detalhou as 25 ações de grande impacto previstas dentro do plano de reestruturação do ensino em Goiás. Nesta terça-feira, 11, Iporá será a última cidade a debater o plano de reforma.

Professores, gestores, coordenadores pedagógicos, estudantes, servidores administrativos da educação e representantes da comunidade participaram do debate sobre as mudançasno sistema educacional no Estado. 



O objetivo dos debates é aperfeiçoar o plano de reforma, que serviu de documento-base para todas as discussões. Por onde passou, o plano contou com o envolvimento e a colaboração de toda a sociedade.

“O debate em todas as regionais foi muito produtivo, foram apresentadas sugestões altamente positivas e que vão enriquecer as propostas iniciais, possibilitando a construção por muitas mãos da grande reforma educacional para Goiás”, afirmou o secretário Thiago Peixoto. 



O próximo passo, segundo ele, será consolidar o plano de reforma com a inserção das sugestões que forem apresentadas até o final dos debates que se estenderão a outros setores da sociedade. Nos próximos dias, as diretrizes serão debatidas no Conselho Estadual de Educação.

Mais uma vez, o secretário fez questão de destacar que a meritocracia e a questão salarial dos professores são dois aspectos distintos dentro do plano de reforma. A valorização profissional e o fortalecimento da carreira do professor, inclusive com o pagamento do Piso Nacional, segundo o secretário, é o primeiro pilar da reforma e não tem nada a ver com a meritocracia. 



O incentivo e o reconhecimento por mérito, de acordo com ele, é parte de uma política para motivar aqueles que têm um bom desempenho e se esforçam para elevar a qualidade da educação. “Entendo ser injusto que um professor que se esforça mais ganhe o mesmo que outro que por algum motivo não tem o mesmo desempenho”, acentua.

Anunciada no dia 5 de setembro pelo secretário de Estado da Educação, Thiago Peixoto, e pelo governador Marconi Perillo a proposta tem cinco pilares norteadores. São eles: valorizar e fortalecer o profissional da educação; adotar práticas de ensino de alto impacto no aprendizado do aluno; reduzir a desigualdade educacional; estruturar sistema de reconhecimento e remuneração por mérito e realizar profunda reforma na gestão e na infraestrutura da rede estadual de ensino.

O plano e as sugestões

Das 25 diretrizes previstas no plano de reforma, cerca de 10 já estão sendo implementadas desde o início do ano. É o caso, por exemplo, do Programa Reconhecer, Programa Edificar, Prêmio Escola, Sistema de Avaliação do Estado de Goiás (Saego), Avaliação Diagnóstica, além das novas regras para eleição dos diretores das unidades escolares, do aumento de 45% da gratificação dos gestores das escolas e do pagamento antecipado do adicional de férias aos professores.

Entre o que ainda está por vir, mudanças para diminuir a evasão no Ensino Médio, parcerias para a promoção do ensino profissionalizante e melhorias para a carreira dos professores e servidores da educação são apenas alguns dos tópicos presentes no plano de reforma que visa elevar a qualidade do ensino público no Estado e que tem sido construído de forma coletiva. Com propostas inovadoras, a reforma irá produzir resultados positivos em curto e médio prazos, devendo tornar-se referência para todo o país.

De acordo com o secretário Thiago Peixoto, entre as principais sugestões apresentadas pelas comunidades no debate com as regionais de educação está a do ICMS Educação, em que entre os critérios para o repasse do imposto aos municípios esteja o dos investimentos em educação, ou seja, o município que investir mais na melhoria da educação receba mais repasses. 



Outra foi a de se ampliar o benefício aos alunos que mais se esforçarem. Além da poupança para o aluno, que o Estado conceda também bolsa universitária aos melhores. Outra sugestão, durante os debates, diz respeito à valorização do servidor administrativo, que tem papel importante no contexto da educação pública.
Fonte: Seduc

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