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terça-feira, junho 09, 2015

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são tópicos em arena temática da XVIII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios.

Ações como mobilização de recursos e engajamento em agendas internacionais foram discutidas no evento.

do PNUD



OS ODS FORAM CONSTRUÍDOS DE FORMA PARTICIPATIVA E O ALCANCE DOS OBJETIVOS SÓ SERÁ POSSÍVEL COM O ENVOLVIMENTO DE TODAS AS INSTÂNCIAS DO GOVERNO E DAS COMUNICADES. FOTO: WEENA POTTER/PNUD BRASILo estadual, até cada município e comunidades.”

“A nova agenda é um acordo internacional de lideranças que só será alcançada se for trabalhada desde o governo federal até o estadual, até cada município e comunidade.

A afirmação é da oficial de programa do PNUD, Ieva Lazareviciute, que participou da arena temática Ações Internacionais Municipalistas – um leque de possibilidades na XVIII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, realizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), na segunda-feira (25/05), no Centro Internacional de Convenções no Brasil (CICB). Temas debatidos em nível global foram discutidos no evento, inclusive a agenda pós-2015 e a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Suntentável (ODS).

Ieva Lazareviciute apontou que, apesar de os ODS propostos ainda estarem em discussão (espera-se que o conjunto deles seja aprovado na próxima Assembleia das Nações Unidas, em setembro). Durante a Conferência Rio+20 foram adotadas diretrizes para sua construção de baixo para cima, com amplas consultas à várias parcelas da sociedade em diversos países: “Os ODS já foram construídos de maneira a desafiar tanto os países ricos quanto os pobres. O desafio é também às gestões públicas, sociedade civil e setor privado.” Segundo ela, é necessário municipalizar e trabalhar localmente para que seja possível compreender as diferentes realidades, para então, oferecer soluções. “Temos que saber o que estamos tentando atacar”, completou.


Soluções em âmbito local devem ser construídas de forma a complementar as do governo federal, observou a oficial de programa do PNUD. Cada município deve traduzir a agenda global para indicadores e metas que façam sentido para aquela comunidade, uma vez que cada uma tem sua realidade própria. “Pensar apenas em crescimento econômico não basta, é preciso também pensar sobre saúde, qualidade de vida e educação para alcançar desenvolvimento humano”, finalizou.

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