As 7 Maravilhas da Natureza eleitas pela New7Wonders

As 7 Maravilhas da Natureza eleitas pela New7Wonders
A América do Sul ganhou com a Floresta Amazônica e a Foz do Iguaçú

terça-feira, março 20, 2012

Brasil


Produtos de agricultura familiar agradam empresas estrangeiras em feira nos EUA
Potenciais compradores de empresas atacadistas dos Estados Unidos, China, Índia, México, Costa Rica e Japão prospectaram negócios no valor de US$ 750 mil no estande do Ministério do Desenvolvimento (MDA), instalado na Expo West – Natural Products, umas das mais importantes feira do setor de orgânicos e naturais dos EUA.

O evento, que aconteceu de 8 a 11 de março, reúne os mais novos produtos à base de alimentos naturais e especiais, além de outros itens relacionados a saúde, beleza e vida natural, suplementos e produtos para animais. A participação brasileira beneficiou mais de 14 mil famílias de agricultores do Brasil.

O diretor de Geração de Renda e Agregação de Valor da Secretaria da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA), Arnoldo de Campos, destaca a participação organizada dos agricultores familiares no evento realizado no maior mercado de produtos orgânicos do mundo.

“O evento foi importante para conhecermos os principais compradores do setor e identificar suas principais demandas naquele país. Além disso, foi uma excelente oportunidade de mostrarmos para o mundo os produtos da agricultura familiar. Esperamos que a participação do MDA e dos empreendimentos no evento americano se repita e se consolide, como aconteceu no mercado europeu, na Biofach Alemanha", enfatizou o diretor.

Esta foi a primeira participação dos empreendimentos da agricultura familiar brasileira no evento, que puderam ofertar a enorme diversidade dos produtos das regiões do Brasil. Foram mostrados produtos, como as cachaças, licores e bebidas com frutas e caipirinha da região Sul, a castanha de baru, barras de cereais, cookies e granolas produzidas no Centro-Oeste brasileiro, e os produtos derivados do fruto da palmeira jussara na região Sudeste do País. Realizada anualmente na Califórnia (EUA), a Expo West agrega mais de 3 mil expositores e recebe aproximadamente 58 mil visitantes em seus pavilhões.

Participaram desta edição da Expo West a Cooperativa Mista de Agricultores Familiares, Extrativistas (Coopcerrado), Ciano Alimentos, ABD Sul, Cooperativa dos Citricultores Ecológicos do Vale do Caí (Ecocitrus), Cachaçaria Weber Haus e Bio Frutas. Além desses empreendimentos, estiveram presentes no estande do MDA  a Associação Nacional da Agricultura Familiar Orgânica, Agroecológica e Agroextrativista (Abrabio), que representou mais de 52 associações e cooperativas da agricultura familiar, e a Cooperativa Nacional Marca Única (Cooperúnica), representando os 18 grupos produtivos que integram o Programa Talentos do Brasil.

Cachaça
As cachaças feitas de cana-de-açúcar e de frutas vermelhas foram bem-recebidas pelo público estrangeiro. O contato comercial realizado entre a Cachaçaria Weber Haus, do Rio Grande do Sul, e uma empresa americana, que distribui os seus produtos em 22 estados americanos, resultou em pedidos de exportação de 40 mil litros de cachaças mistas até o final de 2012. O volume de negócios chega a U$S 320 mil.

De acordo com o representante comercial da Weber Haus, Evandro Weber, a participação na feira foi importante para consolidar alguns contatos comerciais já iniciados anteriormente. “A feira foi uma oportunidade de conhecermos mais sobre o mercado americano e vender o produto não apenas a granel, mas o produto pronto, que é o nosso foco. Também foi uma oportunidade para a Abrabio apresentar os produtos de outros empreendimentos da agricultura familiar do Brasil, que estão sendo preparados para a Copa do Mundo de 2014”, destacou. A Weber Haus congrega o trabalho de 22 família de agricultores familiares de Ivoti (RS).

Moda Sustentável
A participação do Programa Talentos do Brasil na Expo West resultou em negócios internacionais com representantes de lojas de moda de Porto Rico e Los Angeles, entre outras cidades do exterior.

No segmento moda, o apelo maior foi pelos chapéus de Tururi, fabricados pelas artesãs de Muaná, Ilha de Marajó (PA), e para os chapéus de piaçava, do grupo Cá e Lá, produzidos nos municípios baianos de Entre Rios e Mata de São João (BA). Os visitantes também se encantaram com as peças bordadas e com rendas feitas pelas artesãs do Piauí, e realizaram pedidos dos chinelos da coleção Eu Amo O Brasil/Talentos do Brasil, criada para a Copa do Mundo de 2014.

A coordenadora do Programa, Patrícia Mendes, diz que houve um grande interesse pela moda sustentável brasileira. “Os americanos querem comprar os nossos produtos e internacionalizar a marca do Talentos do Brasil. Já programamos um encontro, para outubro, entre estilistas e formadores de opinião de Los Angeles e do Brasil para desenvolvermos em conjunto uma linha de acessórios e roupas até o final de 2012”, contou.

A expectativa agora é fechar negócios futuros e avançar nas negociações. “Tínhamos grande interesse em conhecer o mercado americano. Com essa oportunidade, foi possível manter um contato direto com empresários de grandes redes de atacado e conhecer a forma de consumo naquele país. Os clientes estrangeiros querem o produto brasileiro que agrega história e conceito”, destacou Patrícia Mendes.

O Programa Talentos do Brasil foi criado em 2005 e é coordenado pelo Departamento de Agregação de Valor da SAF/MDA. A iniciativa tem parcerias importantes, como o Sistema Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micro Empresas (Sebrae), a Caixa Econômica Federal, a Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), a Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer), o Pacto de Cooperação Brasil e Alemanha Deutsche Gesellschaft für Technische Zusammenarbeit (Giz), Ministério do Turismo, dos movimentos sociais e dos movimentos sindicais que promovem o intercâmbio eficaz entre artistas e mercado.
Portal Brasil

Rio + 20

Comitê Facilitador da Cúpula dos Povos
Comitê define direitos humanos e soberania alimentar como temas durante Rio +20

O Comitê Facilitador da Cúpula dos Povos definiu nesta segunda-feira (19) as principais questões que serão abordadas no evento paralelo à Conferência das Nações Unidas (ONU) sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, em junho próximo, após rodada de encontros de trabalho nesse fim de semana, no Rio de Janeiro, da qual participaram cerca de 60 pessoas de 20 países.

Graciela Rodrigues, do Comitê Facilitador, destacou os direitos humanos, das populações e dos territórios, além do mundo do trabalho em suas diversas formas e dimensões. A agricultura familiar, a soberania alimentar e a produção dos alimentos também terão prioridade no evento. “Nós queremos discutir as soluções que os povos têm para viver de forma harmoniosa com a natureza e entre as próprias populações”.

No seminário internacional, que prossegue nesta terça-feira (20) e reúne organizações sociais do Brasil e do exterior, os participantes estão concluindo os temas de discussão e a forma como serão feitos os debates durante a Rio+20. “Nós queremos pensar nas questões que fazem a sustentabilidade da vida no planeta, a extrema mercantilização dos bens, a financeirização – tudo passa pelos bancos, pelos grandes capitais, não temos mais oportunidade, inclusive, de políticas nacionais com certa autonomia”, disse Graciela.

Ela também destacou a necessidade de os debates envolverem temas considerados fundamentais pelas organizações para a sustentabilidade no planeta, que tratam dos direitos humanos, das mulheres, das populações negras, ribeirinhas, quilombolas, povos tradicionais e indígenas, população das cidades e do campo. “Ou seja, o conjunto da população do mundo que está sendo ameaçada por um capital sem nenhum controle ou limite e que está contaminando e colocando nas costas dos trabalhadores a perspectiva de lucro sem medida”.

Graciela Rodrigues considerou que o grau de concentração da riqueza é insustentável para uma vida digna dos povos do mundo. “Esse modelo produtivo, que chamam de desenvolvimento, não nos serve. Nós queremos outras formas mais ligadas com respeito à natureza e aos seres humanos, um modelo que não envenene a terra e que não dê falsas soluções, que estão sendo discutidas no processo das Nações Unidas”.

A Cúpula dos Povos pretende mostrar soluções que vêm sendo dadas pelas populações por meio da economia solidária, da agricultura familiar, das cooperativas e pequenas empresas. “Enfim, formas que dão emprego, produtos que criam bem-estar e não uma produção que tem a perspectiva do lucro e a concentração da riqueza”.

A representante da ONU denunciou que o modelo capitalista está procurando a revitalização após a crise que vem sofrendo desde 2008, “à custa da população mais pobre, dos trabalhadores, dos direitos adquiridos, como está ocorrendo na Europa”. Ela analisou que a economia verde, um dos temas centrais da agenda oficial da Rio+20, é apenas uma “maquiagem” do sistema capitalista, para tentar encontrar uma forma de ganhar ainda mais com o sistema produtivo, ao mesmo tempo que busca saídas para a crise energética que o mundo vive. Os beneficiados com isso são, segundo Graciela,  as multinacionais que vendem serviços ambientais.

Sobre outro tema da conferência da ONU, que é a governança global, a representante do Comitê Facilitador externou a preocupação do comitê em relação aos acordos ambientais, que “já não vêm sendo cumpridos desde a Rio 92, e que podem ser renovados agora e voltarão a ter um novo formato de governança global”.

Ela denunciou, ainda, que a governança global está concentrada, no momento, na mão de poucos países que integram o grupo das 20 nações mais ricas do planeta, que “não têm legitimidade para governar o mundo, porque não têm o conjunto das opiniões”.

Notícias


Dinalva Heloiza

Estado de Goiás, se destaca na realização do Fórum para os Estados não sedes do Mundial da Copa de 2014.

                                 Governador Marconi Perillo, na abertura do Fórum. 

O Governo de Goiás, através da Goiás Turismo, Federação Goiana de Futebol (FGF) e Agência Goiana de Esporte e Lazer (AGEL), realizou hoje no auditório Mauro Borges do Palácio Pedro Ludovico Teixeira, em Goiânia o primeiro encontro dos Estados brasileiros não Sedes dos jogos do Mundial da Copa do Mundo em 2014. Dos 15 governadores convidados à solenidade que foi presidida pelo governador Marconi Perillo, responsável pela realização do evento, estiveram presentes apenas o governador do estado da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB). Dos outros estados todos enviaram representantes exceto o estado do Piauí.

Estavam presentes o representante do Ministério do Esporte, Paulo Sérgio de Castilho, representando o Ministro Aldo Rebelo; o representante do Ministério do Turismo, Laércio Lemos de Souza, representando o Ministro Gastão Dias, o vice-presidente da CBF, Weber Magalhães, e o ex-jogador , Ronaldo Nazário, que é Membro do Conselho de Administração do Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014.  

O evento contou com a presença do secretário estadual do Meio Ambiente, Leonardo Vilela; o secretário estadual da Fazenda, Simão Cirineu;  o presidente da Goiás Turismo, Aparecido Sparapani; o presidente da Agência Goiana de Esportes e Lazer (Agel), José Roberto Athayde; e o presidente da Federação Goiana de Futebol, André Pitta. O presidente da Câmara de Vereadores e prefeito de Goiânia em exercício, Iram Saraiva (PMDB) e a deputada federal Magda Mofatto (PTB), também compareceram ao evento.

O governador Marconi Perillo, anunciou durante o Fórum, a composição de uma comissão que irá fazer a interlocução de Goiás com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e o Comitê Organizador da Copa. Esta comissão será presidida pelo vice-governador José Eliton, e terá como membros, o secretário da Indústria e Comércio, Alexandre Baldy, e o presidente da Agel, José Roberto Athayde, a comissão irá definir os parâmetros do que deverá ser elaborado para que Goiás receba eventos ligados ao mundial de futebol e aos treinamentos das seleções, além de eleger prioridades e identificar lacunas.

No encontro, o governador Marconi Perillo, anunciou também que pelo menos R$ 100 milhões do Fundo do Centro-Oeste (FCO) serão disponibilizados para as áreas de hotelaria, esporte, turismo e afins. “E se for necessário maiores recursos, iremos buscar, para qualificar o turismo e infraestrutura como, restaurantes e hotéis. Vamos assegurar recursos para recebermos seleções em treinamento e turistas”.

Em relação às rodovias e aeroportos, o governador afirmou que até 2014 eles estarão qualificados para receber o turista. “Vamos nos adequar para que Goiás esteja à altura de merecer a atenção, cada vez maior, da Fifa, CBF e todos os responsáveis pela organização da Copa. Nós vamos fazer direitinho o nosso dever de casa e, com certeza, esse trabalho  não será em vão.”

Governador Marconi Perillo, entrega a Ronaldo, a Carta do Fórum, 

O Fórum que visa viabilizar ações e oportunidades, ao implemento do desenvolvimento às demais localidades durante a competição mundial que acontece em 2014, em capitais brasileiras, deu origem “A Carta do Fórum”, que foi  assinada por todos os representantes dos estados presentes, e entregue ao Membro do Conselho de Administração do Comitê Organizador da Copa do Mundo, Ronaldo Nazário, pelo governador Marconi Perillo.

No documento, os estados não sedes demonstram o interesse em receber eventos ligados à Copa do Mundo de 2014, seleções em treinamento e quadros de arbitragem mundial e  disponibilizam suas infraestrutura e capacidades técnicas a realização do mundial, em uma declaração de apoio aos Estados, e ao Comitê da Copa. 

Durante o Fórum, os Estados tiveram a oportunidade de apresentar as melhorias e infraestrutura de suas cidades, além de debaterem as possibilidades de capacitar os centros de treinamentos para receberem uma das Seleções estrangeiras, e as oportunidades de negócios ligadas ao fluxo de visitantes atraídos pela competição.

Os 15 Estados, não sedes da Copa Do Mundo de Futebol de 2014, são: 
Goiás, Alagoas, Acre, Amapá, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Pará, Paraíba, Piauí, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.
 BENEFÍCIOS
Alguns benefícios em se ter um Centro de Treinamentos das Seleções da Copa do Mundo de 2014.

Aumentar a exposição da cidade no cenário Nacional e Internacional;
Aumentar a movimentação da economia local (emprego e renda);
Impactar os níveis de empregabilidade através da capacitação em serviços;
Possibilidade de aumento no Fluxo de turistas Nacionais e Internacionais;
Oportunidade de aumento de investimentos nacionais e estrangeiros;
Possibilidade de ampliar e melhorar a qualidade dos serviços públicos (energia, saúde, segurança e saneamento);
Construção de um Centro de Treinamento com padrões Internacionais;
Tornar-se referência para as Seleções e Clubes de Futebol (pré temporada de campeonatos, jogos amistosos e etc.);
Possibilidade de cessão do espaço para Federações Esportivas e aproveitamento para desenvolvimento de desportos olímpicos;
Gerar um legado sustentável para a cidade.

O Brasil vai sediar a 20ª edição da Copa do Mundo de Futebol, que acontece de 12 de junho de 2014 a 13 de julho de 2014. Esta será a quinta vez que a América do Sul receberá o mundial, após 36 anos, já que a última edição foi na Argentina, em 1978. 

Discursos

Governador Ricardo Coutinho, da Paraíba.

O governador Ricardo Coutinho, em seu pronunciamento, disse ser necessário abrir um diálogo que possibilite mais envolvimento no que se refere à infraestrutura. Segundo ele, os estados que não vão receber jogos durante a Copa necessitam de investimentos principalmente em relação à mobilidade urbana, infraestrutura e combate à violência, devido ao aumento de turistas.

“A Paraíba está perto de Recife e de Natal, duas cidades que serão sedes da Copa de 2014. Com certeza, nossa capital, João Pessoa, será procurada por várias seleções de futebol e por turistas. E por isso é imprescindível ter uma política de investimentos para estados como o nosso”, comentou.

De acordo com Ricardo, se o Governo Federal não agir em relação a esse assunto, os estados que não são sedes podem correr o risco de viver uma situação caótica, com a falta de infraestrutura. “É preciso pensar, juntamente com governadores e prefeitos, em uma forma mais democratizada. A Copa não é de uma parte do Brasil, mas de todo o país”, disse.

Ronaldo Nazário

Em discurso, Ronaldo, destacou que a Copa do Mundo não é um evento, que favoreça  apenas as 12 cidades que serão sedes, mas um evento para todos brasileiros. Lembrando sua participação em vários mundiais, o ex-jogador reafirmou a importância das cidades não sedes para o evento esportivo. “Das vezes que participei de Copa do Mundo, a seleção brasileira nunca ficou hospedada em cidades, onde iriam acontecer os jogos oficiais.Sempre buscávamos uma cidade mais tranquila, uma cidade que tivesse potencial para receber a seleção em treinamento. Portanto, esse fórum é para lembrar a importância que todas as cidades terão junto a Copa do Mundo.”

Como representante do Conselho de Administração do Comitê Organizador da Copa, Ronaldo enfatizou que o Estado de Goiás está se preparando muito bem e é um fortíssimo candidato para receber uma das 64 seleções e afirmou que a Copa é uma grande oportunidade para todos os estados brasileiros. “Esta é uma grande oportunidade de negócio, uma grande oportunidade de mostrar nossa cultura, nossas cidades, as  belezas, e o orgulho de ser brasileiro. Tenho certeza de que faremos isso de maneira espetacular.”

Ronaldo disse ainda que Goiás tem boas chances no processo de captação de eventos ligados à Copa e de seleções em treinamento. Ele afirmou que, no que diz respeito à estrutura, sempre foi muito bem recebido as vezes em que esteve por aqui,  como jogador de futebol. Ronaldo já entrou em campo no Estádio Serra Dourada pela seleção brasileira e também no Estádio Juscelino Kubitschek, em Itumbiara, como atacante do Corinthians.

Quanto às recomendações da Fifa aos estados não sedes da Copa, Ronaldo enfatizou que uma estrutura adequada é fundamental para atrair seleções. “Os centros de treinamento precisam ter capacidade para receber as seleções com todos os requisitos que a Fifa determina. A rede hoteleira deve estar preparada para receber os turistas e os torcedores que acompanham as seleções.

Sobre o desafio de organizar um mundial, o ex-jogador comentou que sempre soube quão difícil seria o trabalho. “Eu quero realmente ser importante e transmitir coisas boas para o nosso povo. Não está sendo fácil, mas, quando aceitei o convite desse projeto maravilhoso, tinha a consciência de que era a chance de mostrar ao povo brasileiro todo o nosso talento. Por isso, aceitei esse desafio. É um trabalho voluntário, já que abri mão da remuneração oferecida pelo Comitê.”

Ronaldo, garante não ter dúvida de que o futebol brasileiro será outro depois da Copa do Mundo. “Esse evento traz um grande investimento ao País. O futebol será outro depois da Copa do Mundo, falando não só dos estádios. O comportamento cultural vai mudar depois deste grande evento. Dificilmente você vai ver jogadores quebrando seu patrimônio. Temos que aproveitar este investimento para fazer de nosso País um País melhor”, concluiu.

Aparecido Sparapani, Presidente da Goiás Turismo.

De acordo com o presidente da Goiás Turismo, Aparecido Sparapani (foto), desde o ano passado Goiás vem realizando um grande trabalho no sentido de ter as cidades goianas como potenciais centros de treinamento durante a Copa. “É uma sequência de trabalho que, com certeza, teremos resultados. Temos o apoio do governador Marconi Perillo, das redes hoteleiras, e dos centros de treinamento”. Ele ainda explica que através de parceria com a Secretaria de Ciência e Tecnologia, em maio próximo vão começar cursos de inglês e espanhol para a capacitação dos trabalhadores goianos.

Até o final da tarde os representantes dos Estados irão apresentar o que têm feito em melhorias na infraestrutura de suas cidades, além de debater as possibilidades de capacitar os centros de treinamentos. Haverá ainda palestras durante todo o dia e à tarde terá um momento de homenagens a ex-jogadores que fizeram história no Estado de Goiás. “Queremos também fazer parte dessa festa. Queremos que seja a melhor Copa do Mundo de todos os tempos”, diz Sparapani.
José Roberto de Athayde - Presidente da Agel




Para o presidente da Agel, José Roberto de Athayde, Goiás tem mostrado interesse em  hospedar alguma seleção.  “É interesse de todo o governo oferecer aos hóspedes o turismo de Goiás. Sem nos esquecermos que o Estado tem localização privilegiada por estarmos a uma hora de quase todos os demais campos, onde acontecerão os jogos da Copa”.
Weber Magalhães – Vice Presidente da CBF
O vice-presidente da CBF, Weber Magalhães (foto), afirmou  que um Fórum como este é de extrema importância, pois dá a possibilidade às cidades que não são sedes, para que  possam estar inseridas no contexto da Copa. Ele ainda lembrou que “Goiás e a região Centro-Oeste são fartas em condições de receber grandes eventos”, afirmou.

Pecos Borsatti – Presidente da Fundação Catarinenese de Esporte
O presidente da Fundação Catarinense de Esporte, Pecos Borsatti, que esteve no Fórum representando o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, disse que para ele, este é um evento inédito. “Os que não foram contemplados estão reunidos. Uma Copa do Mundo é uma grande oportunidade de negócios e Santa Catarina está entre Rio Grande do Sul e Paraná que vão ser sedes. O Estado está se mobilizando”. Ele ainda parabeniza o Governo de Goiás pela ação. “É uma boa iniciativa do Governo de Goiás, quero transmitir os parabéns, e vamos ver se aprendemos mais um pouco aqui hoje para levamos mais ideias para Santa Catarina”.

Thais Horrana - Estudante
Três estudantes do curso de Educação Física de uma faculdade de Goiânia também estiveram presentes no evento. De acordo com a jovem, Thaís Horrana, de 19 anos, o Fórum é uma oportunidade de conhecer melhor as oportunidades que podem vir para Goiás em 2014, durante a Copa. “Estamos aqui para aprender mais e vai contribuir para o nosso curso de Educação Física”, conclui.

quinta-feira, março 08, 2012

Luluzinha Camp





Grupo das Luluzinhas Camp

Texto da Campanha originalmente postado em http://www.luluzinhacamp.com

Aí, no fim do ano passado a fofa da Liss propôs uma blogagem coletiva: Por amor à Vida. Quando li o documento, abracei. Porque a gente vê o tempo todo as forças gigantes que tentam nos transformar em cópias umas das outras.
Não resisto! O texto de apresentação da Liss é tão bonito, que vai aqui:
Entendo por “amor a vida” o respeito ao diferente, o respeito às etnias, as religiões, as variadas formas de pensar, ao direito humano previsto na constituição de ir e vir.
Amor à vida inclui amar a liberdade de ser mulher, de ser você, de ter sua essência e expô-la no mundo da forma que acha melhor.
Amor à vida é cada um viver a sua vida, sem interferir na vida do outro, sem estragar o mundo, maltratar os animais, depredar o meio ambiente, é muito amplo, mas em síntese é: cuidarmos de nossa essência, dos nossos amigos, familiares, dos nossos valores do nosso MUNDO!
Amor à vida é abafar qualquer tipo de violência, julgamento e maldade. Mesmo que isso seja utópico, acredito que que ter amor a vida começa dentro de nós, espalha-se pelo nosso mundo e pode “contaminar” o mundo todo… “Amor a vida” é fazer a nossa parte!
O objetivo desta blogagem:
Disseminar de forma pessoal a cultura de PROTEÇÃO a mulher, a vida e as diferenças humanas.
Divulgar o pensamento de que todas as pessoas têm o direito de preservar sua identidade e seus valores dentro da sociedade de forma que não fira o direito do outro.
Alertar as leitoras do perigo iminente no uso sem restrições da internet, alertar sobre a cultura de violência que se “espalha” e sobre os riscos que existem no nosso dia-a-dia.
A nossa proposta:
Conte uma história, faça uma entrevista, um post de serviço sobre como se proteger em caso de violência. Entre os dias 5 e 9 de março – sim, na semana do Dia da Mulher – vamos falar sobre isso. FAÇA O LINK PARA ESTE POST!!!
E a gente vai completar a história off-line, ao vivo e a cores, no dia 11 de março, com uma proposta de outra querida, a Cecília Santos: caminhada e bicicletada de protesto contra o assédio nas ruas (e segurança da gente na cidade). Que termina com piquenique no Ibirapuera. Estamos todas (as que moram em SP) convidadas.
A gente vai fazer post só sobre a caminhada/bicicletada de protesto, ok?
 Selinho da blogagem

Originalmente publicado em Luluzinha Camp

quarta-feira, março 07, 2012

Mulheres


Ministra Eleonora Menicucci fala na ONU sobre desafios mulheres do campo e da floresta

7 de março de 2012 · Comunicados


 


A Ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, declarou nas Nações Unidas, em Genebra, que as mulheres rurais brasileiras ainda enfrentam muitos desafios, tais como trabalho focado no autoconsumo e baixa renda monetária. “Elas são as principais responsáveis pela preservação dos bens da natureza e guardiãs de conhecimentos tradicionais, mas ainda dispõem de menor acesso à terra e a outros recursos produtivos, e permanecem minoritárias no acesso aos serviços rurais e nos espaços de poder de decisão.”
Para promover o fortalecimento de organizações produtivas de mulheres rurais, Menicucci e o Ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Bandeira Florence, assinam hoje (07/03), em Brasília, o Acordo de Cooperação: Cidadania e Autonomia para Mulheres Rurais – Integração das políticas públicas para mulheres rurais.
A parceria se dará por meio dos organismos estaduais de políticas para mulheres de Alagoas, Acre, Bahia, Paraíba e Rio Grande do Sul com apoio do Programa Organização Produtiva de Mulheres Rurais e do Programa Nacional de Documentação da Trabalhadora Rural que terão suas ações integradas para garantir às mulheres o acesso à cidadania e aos direitos econômicos.
Serão beneficiadas 50 mil mulheres do campo e da floresta e suas organizações coletivas (grupos informais, associações e/ou cooperativas) integradas por agricultoras familiares, assentadas da reforma agrária, mulheres quilombolas, indígenas, extrativistas, pescadoras artesanais, aquicultoras familiares e ribeirinhas.
Os projetos, que terão abrangência estadual, vão beneficiar 29 Territórios da Cidadania, com investimentos de mais de dez milhões de reais em ações de gestão social, qualificação de equipes em economia feminista e políticas públicas, apoio à cidadania e acesso à documentação civil, trabalhista e jurídica, apoio à formalização de grupos, gestão e comercialização, além do apoio à participação e gestão territorial.

Semira


Semira promove mini-curso "Empoderamento da Mulher"


A  Secretaria de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial (Semira) promove amanhã (dia 7) o mini-curso  "Empoderamento da Mulher", no  Centro de Referência Estadual da Igualdade (Crei).Será ministrado pela profesora  Natália Pacheco Junior, cientista social graduada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro,  turismóloga formada pela Universidade Federal Fluminense, mestre em Ciências Jurídicas e Sociais pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Direito, com linha de pesquisa sobre Cidadania, Políticas Públicas e Minorias. Ela é também doutoranda em Ciência Política pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos, com pesquisa sobre democracia participativa e deliberativa de gênero, com foco nos conselhos e conferências de políticas para as mulheres.

Serviço
Data: 7 de março de 2012
Evento:  Minicurso  “Empoderamento da Mulher”
Horário:  das 9 ás 21 horas e das 14 às 18 horas
Local:  Centro de Referência Estadual da Igualdade (CREI)
Endereço:  Av. Goiás, 1.496 - Centro - Goiânia – GO
Inscrições:  pelo telefone (62) 3201 - 7489 - CREI
 
Fonte : Comunicação Setorial da Semira
Suely Arantes: (62) 3201- 5347  |  9904-0413
Luciana Lombardi:  (62) 3201-5347  |  9977-7732

Dia Internacional da Mulher

Secretário-Geral da ONU pede mais compromisso com empoderamento econômico das mulheres
7 de março de 2012 · Notícias

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Secretário-Geral da ONU Ban Ki-moon (ONU/Paulo Filgueiras)O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu nesta terça-feira (06/03) por maiores esforços para remover as barreiras que bloqueiam a participaçãoplena das mulheres na economia. Ele citou problemas no acesso ao trabalho, a mercados, crédito e propriedades como alguns exemplos principais. “A participação significativa das mulheres nos negócios – desde a inclusão de mulheres proprietárias de empresas na cadeia produtiva até a representação plena das mulheres nos conselhos de empresas – também se traduz em um melhor desempenho”, ressaltou Ban em encontro com 200 líderes de negócios, representantes da sociedade civil e governantes.
A Diretora Executiva da Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e para o Empoderamento da Mulher (ONU Mulheres), Michelle Bachelet, enfatizou que países e empresas com maiores índices de igualdade de gênero obtêm melhores performances e crescimento mais rápido. “E o crescimento é mais inclusivo, com mais benefícios para todos”. O Diretor Executivo do Pacto Global Georg Kell disse que “apesar dos esforços aumentarem, a sustentabilidade corporativa e os problemas de igualdade de gêneros permanecem desconectadas. Mais e mais companhias reconhecem que o mundo dos negócios podem maximizar a sua contribuição para o desenvolvimento sustentável se priorizarem e integrarem a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres como componentes-chaves da sustentabilidade corporativa”.
Ban disse que os Princípios da ONU de Empoderamento das Mulheres fornecem orientação para o aprimoramento na condição das mulheres. Perto de 400 executivos chefes declararam nos últimos dois anos publicamente seus compromissos com a implementação desses princípios.
Publicado originalmente em OnuBrasil

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