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No entanto, é preocupante observar que a Agenda 2030 da ONU, o principal mecanismo global para alcançar esse futuro em comum, foi totalmente negligenciada ao longo dos últimos anos, em cenário nacional.
Durante o governo anterior no
Brasil, o então presidente vetou a Agenda 2030 logo no primeiro dia de sua
posse, como um sinal de que aquela gestão, não teria olhos para as profundas lacunas
que impactam de forma generalizada à toda sociedade brasileira.
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Simone Weil, filósofa e ativista francesa do século XX, tinha uma visão singular que permeava suas obras e pensamentos. Ela acreditava que a verdadeira compreensão, o conhecimento genuíno e a efetivação da justiça só poderiam ser alcançadas por meio da empatia e da solidariedade com o sofrimento humano.
Em suas reflexões, Weil enfatizou
a importância de se colocar no lugar do outro, de sentir verdadeiramente suas
dores e dificuldades. Ela acreditava que a empatia poderia abrir nosso coração
e nos permitir enxergar além de nossas próprias experiências e limitações. Para
Weil, essa postura empática era essencial não apenas para o entendimento dos
problemas sociais, mas também para a construção de um mundo mais justo.
A filósofa também defendia a solidariedade como um valor fundamental na busca por justiça. Ela argumentava que o verdadeiro sentido da solidariedade era compartilhar o fardo do outro, seja ele físico, emocional, ou social. Essa solidariedade, na concepção de Weil, exigia um compromisso genuíno com a injustiça, o sofrimento e as lutas alheias. Ela acreditava que somente através da solidariedade poderíamos criar um tecido social mais igualitário e humano.
Dinalva Heloiza - Com Informações do UNOPS e governo brasileiro.
O UNOPS, organismo da ONU especializado em compras e logística, está apoiando a cooperação humanitária do governo brasileiro. Na quinta-feira (21/12), foram encaminhados 150 purificadores de água, que serão entregues no Egito para, depois, chegarem a famílias palestinas na Faixa de Gaza.
O governo brasileiro, por meio de iniciativa coordenada pela Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores (ABC/MRE), doou à população palestina na Faixa de Gaza 150 purificadores de água, com painéis solares. A operação humanitária brasileira foi realizada com o apoio do Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS).
Dinalva Heloiza - ONU - Organização das Nações Unidas - UNV
Todos os seres humanos nascem Livres e Iguais em dignidade e em direitos.
A Declaração Universal dos
Direitos Humanos (DUDH) é um documento marco na história dos direitos
humanos. Elaborada por representantes de diferentes origens jurídicas e
culturais de todas as regiões do mundo, a Declaração foi proclamada pela
Assembleia Geral das Nações Unidas em Paris, em 10 de dezembro de 1948, por
meio da Resolução 217 A (III) da Assembleia Geral como uma norma
comum a ser alcançada por todos os povos e nações. Ela estabelece, pela
primeira vez, a proteção universal dos direitos humanos.
Desde sua adoção, em 1948, a DUDH foi traduzida em mais de 500 idiomas – o documento mais traduzido do mundo – e inspirou as constituições de muitos Estados e democracias recentes.
A DUDH, em conjunto com o Pacto
Internacional dos Direitos Civis e Políticos e seus dois Protocolos
Opcionais (sobre procedimento de queixa e sobre pena de morte) e
com o Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais e
seu Protocolo Opcional, formam a chamada Carta Internacional dos Direitos
Humanos.
Uma série de tratados
internacionais de direitos humanos e outros instrumentos adotados desde 1945
expandiram o corpo do direito internacional dos direitos humanos.
Eles incluem a Convenção
para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio (1948), a Convenção
Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial (1965),
a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra
as Mulheres (1979), a Convenção sobre os Direitos da Criança (1989)
e a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (2006),
entre outras.
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No primeiro dia da COP28 em
Dubai, a humanidade está diante de uma encruzilhada intensa, com o mundo
enfrentando as consequências devastadoras das mudanças climáticas. Nesse
contexto, o Brasil se vê em uma posição delicada, enfrentando contradições que
podem comprometer seu papel de liderança na luta contra as mudanças climáticas.
Enquanto o mundo busca reduzir as emissões de gases de efeito estufa, o Brasil mantém uma postura ambígua em relação à exploração de petróleo, o que alimenta a crise climática. Além disso, ao buscar integrar-se à OPEP+, o país dá a entender um compromisso com a dependência contínua do petróleo em detrimento da transição energética necessária.
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A educação sexual é um processo que ocorre de forma ampla e pode ser informal e assistemático, ou seja, pode acontecer de maneira espontânea e informal no cotidiano das pessoas, ou pode ser formal e intencional, ocorrendo em espaços educativos como escolas, instituições de saúde ou em programas específicos.
Quando se fala em educação sexual intencional, também conhecida como orientação sexual, refere-se a um processo sistemático e contínuo de intervenção. Este processo vai além de oferecer informações científicas sobre sexualidade, ele também proporciona espaços de discussão e reflexão que podem auxiliar os adolescentes a questionar mitos, tabus e preconceitos em relação à sexualidade.
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Nos últimos dias, a ministra Rosa Weber, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), proferiu um voto favorável à descriminalização do aborto com a interrupção voluntária da gravidez, durante as primeiras 12 semanas de gestação. Em sua manifestação, a ministra criticou o pensamento patriarcal brasileiro que historicamente subjugou as mulheres, excluindo-as do espaço público e marginalizando-as na sociedade.
Ministra Rosa Weber - STFEsse posicionamento gerou forte repercussão nas redes sociais das instituições católicas e evangélicas no Brasil, inclusive com a viralização de um vídeo de 2018, em que o atual secretário-geral da CNBB, dom Ricardo Hoepers, na época confronta a ministra Rosa Weber sobre o tema.
Meus cumprimentos ao Presidente da Assembleia Geral, Embaixador Dennis Francis, de Trinidad e Tobago.
É uma satisfação ser antecedido pelo Secretário-Geral das
Nações Unidas, António Guterres.
Saúdo cada um dos Chefes de Estado e de Governo e
delegadas e delegados presentes.
Presto minha homenagem ao nosso compatriota Sérgio Vieira
de Mello e 21 outros funcionários desta Organização, vítimas do brutal atentado
em Bagdá, há 20 anos.
Desejo igualmente expressar minhas condolências às
vítimas do terremoto no Marrocos e das tempestades que atingiram a Líbia.
A exemplo do que ocorreu recentemente no estado do Rio
Grande do Sul no meu país, essas tragédias ceifam vidas e causam perdas
irreparáveis.
Nossos pensamentos e orações estão com todas as vítimas e
seus familiares.
Senhoras e Senhores, há vinte anos, ocupei esta tribuna
pela primeira vez.
E disse, naquele 23 de setembro de 2003:
Dinalva Heloiza
A capital paraense recebeu recentemente a Cúpula da Amazônia, um evento de extrema importância para discutir o futuro da maior floresta tropical do mundo. Líderes de oito países amazônicos se reuniram para debater questões relacionadas ao desenvolvimento sustentável da região e buscar soluções para problemas urgentes.
Um dos principais destaques do encontro foi a proposta de se chegar a uma meta conjunta para a redução do desmatamento na Amazônia. O desmatamento desenfreado tem sido motivo de preocupação mundial, uma vez que a floresta desempenha um papel crucial no combate às mudanças climáticas. A iminência do chamado ponto de não retorno, um limite irreversível em degradação irreversível, levanta a necessidade de ações concretas e urgentes em preservar a biodiversidade e conter os impactos ambientais.
Além disso, as políticas públicas
amazônicas também foram discutidas na Cúpula. A região enfrenta grandes
desafios socioeconômicos, como a falta de infraestrutura, as disparidades
regionais e a falta de oportunidades para a população local. Portanto, é essencial
que os líderes busquem soluções que promovam o desenvolvimento sustentável da
Amazônia, levando em consideração não apenas a preservação ambiental, mas
também a melhoria da qualidade de vida das comunidades amazônicas.